Assentamento Maria Zilda

O assentamento Maria Zilda, a dois quilômetros do centro de Cordeiros (BA), tem esse nome para homenagear a agricultora assassinada por jagunços que atacaram o acampamento do MST, próximo à Fazenda Caldeirão, em Vitória da Conquista, em outubro de 1994. Além de Zilda, um sem-terra foi morto e seis ficaram feridos no ataque para impedir […]

Serpente do altar

Há muitos e muitos anos, quando os primeiros desbravadores chegaram ao Médio São Francisco em busca das riquezas da região onde hoje se localiza o município de Xique-Xique, o Senhor Litecilio, rico proprietário de terras, ocupou uma ilha do rio de onde podia observar todo o ouro da Serra do Suruá, dando o nome de […]

Reza e palmeado

Janeiro é dia da festa de São Jorge, no povoado quilombola de Campo Grande, em Santa Teresinha, cidade sertaneja localizada na região centro norte baiana. Ao contrário do restante do Brasil, em que o Santo Guerreiro é saudado no dia 23 de abril, os festejos viraram tradição na localidade por causa de Maria Conceição Guedes, […]

Contra lesões

“Carne quebrada, nervo rendido Osso torto e retorcido, Tudo isso eu curo Com o poder de Deus e São Virtuoso”

Tesouro artesanal

Um dos projetos de Meus Sertões é montar um minimuseu com artesanato, livros, cordel, cds sertanejos. Conheça aqui parte do acervo adquirido nas 12 expedições feitas em dois anos e dois meses. Aprecie a beleza dos trabalhos e saiba a origem de alguns deles.

Doce de banana

Do litoral ao sertão, a produção de doce de banana é intensa. Um dos maiores produtores é o distrito de Caatinga do Moura, a 45 km de Jacobina, cidade do centro norte baiano que atraiu bandeirantes paulistas no século XVII por causa de suas minas de ouro. Localizado no alto da Serra do Tombador, o […]

O japonês do sertão – Parte 2

O PIONEIRO Antônio Aparecido Pereira, o Cido, começou a trabalhar na roça aos 7 anos para ajudar o pai a sustentar a família, que incluía a mãe e sete irmãos. Abandonou os estudos na quinta-série por não conseguir mais conciliar lápis e caderno com a enxada. Concluiu que “a roça não dava a camisa a […]

O japonês do sertão – Parte 1

Um restaurante japonês que só abre três dias da semana em uma pequena cidade do sertão e tem no cardápio um único peixe, cujo habitat fica a 4.480 quilômetros de distância, parece estar fadado ao fracasso. No entanto, esse estabelecimento com capacidade para 40 clientes, está fincado no município que exportou nos últimos 30 anos […]

Canto no escuro

“Faz escuro, mas eles cantam”. Aqui não tem tempo ruim, as pessoas acordam às 4 horas da manhã. Por essas bandas, o galo determina o acordar. Uns fazem café, outros arreiam animais.

O presépio de Gilberto

O mês de novembro é o mais agitado do ano para o santeiro Gilberto Vieira Alves, 46 anos, morador de Itambé, cidade do centro-sul baiano. Além de atender suas encomendas, ele começa a montar dentro de casa um presépio que se tornou tradicional e atrai centenas de visitantes. A exposição gratuita começa no dia 1º […]