Cemitérios familiares

O costume de sepultar pessoas no chão das igrejas no Brasil durou entre o século XVI e as primeiras décadas do século XX, apesar da proibição feita através de carta régia, em 1801.

Perambulando

SOTAQUE DE UM POVO NAS BARRANCAS DO VELHO CHICO De primeiro, quando eu era moço andador, perambulava feito peixe nas primeiras águas. Nas andanças pelas comunidades ribeirinhas das barrancas do Velho Chico, podem-se ver paisagens contraditórias.

Plena infância

A imaginação é o principal componente das brincadeiras de meninos e meninas que vivem nos povoados do sudoeste baiano. Arremesso de pedras no rio, a lúdica vaquejada em que um dos componentes é o vaqueiro e o outro é o touro, enfim, algo que as crianças da cidades trocaram por jogos eletrônicos. Este vídeo é […]

Dilemas

SOTAQUE DE UM POVO NAS BARRANCAS DO VELHO CHICO “Ê, Marreca Velha que dá coisa… E não é que encontrei cumpade Pedro de Zé de Mila, daí perguntei ele: Como é qui vai o bar cumpade?”

Joanita – As mulheres de Água Preta 4 (Final)

São quase duas horas da tarde de sábado e Joanita Ferreira Brito, 49 anos, senta em uma mesa de um bar do mercado de Encruzilhada e bebe um copo de cerveja. Falta pouco para a sua folga de final de semana começar. Ela ainda vai comprar carne no açougue e voltar para casa onde preparará […]

Navalha na carne

Sotaque de um povo nas barrancas do Velho Chico Era uma noite quente e sombria. Na calada da noite a matraca corria solta, comendo no centro, matraque…matraque… catraque…catraque…

Mais semiárido e menos cisternas

A Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA) foi criada no início dos anos 1990 e integra o comitê coordenador da Rede de Tecnologias Sociais. Mais de mil entidades de diversos segmentos – igrejas católicas e evangélicas, ONGs, ambientalistas, associações de trabalhadores rurais, associações comunitárias, sindicatos e federações – fazem parte da ASA, cujos principais projetos estão […]

Jejum e Judas

No meu tempo de muderno, num tinha essa burrage não… A gente chegava nas casas e batia palma…

A homenagem

NAS BARRANCAS DO VELHO CHICO No piloto do paquete, o vei Germano preocupado com o vento disse a João Durim: