As barcas

A primeira coisa que me chamou a atenção ao chegar no porto de Xique-Xique, no Médio São Francisco baiano, foi a quantidade de barcos com nomes femininos. De barco a barca, diferença nenhuma, mas para Seu Antonio Florêncio o nome feminino combina mais.

De significação diversa, barco ou barca designa embarcações de pequeno porte, assim como dança folclórica, música portuguesa e até meretriz, o que não vem ao caso aqui onde se trata mesmo é de honraria grande, homenagem àquelas que são preciosas para “os seus navegantes”.

 

Nasceu e cresceu numa típica família brasileira. Potiguar, morando na Bahia há vinte anos, é médica de formação e pesquisadora da cultura popular. Nos últimos 10 anos abandonou a sua especialidade em cardiologia e ultrassonografia vascular para atuar como médica da família na Bahia e no Rio Grande do Norte, onde passou a recolher histórias e saberes. Nessa jornada publicou cinco livros.”. No final de 2015 passou temporada no Amazonas recolhendo saberes indígenas.

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