Roda pião!

“O Pião entrou na roda, o pião! O Pião entrou na roda, o pião! Roda pião, bambeia pião!”                                                                           […]

Quilombo com curso superior

Os tabuleiros da feira que começa no dia seguinte estão montados na praça principal do distrito de Laje dos Negros, a 96 km de Campo Formoso (BA). Das lojas comerciais, só dois bares, vazios, mantêm as portas abertas. Movimento mesmo, sábado à tarde, só no último andar do prédio que abriga o Mercadinho Muniz e […]

Últimos cliques

Os espaços vazios na Bernardino Bahia, no lado onde os lambe-lambes se concentram há décadas, não pararam de aumentar nos últimos anos. A praça fica no centro de Feira de Santana, um dos pontos mais movimentados da cidade.

Visagens

Assombrações e visagens entre nós têm a idade do mundo. Desde sempre o homem desconcertado diante do que há de sobrenatural e desconhecido na morte atribui ao morto poderes como o de aparições e contatos.

Mística da terra

Passei uma semana no assentamento Terra Sagrada, região de Camacan, no Sul da Bahia. O local fica às margens do Rio Pardo. A região é marcada por conflitos agrários. De um lado os povos indígenas que lutam para permanecer em seus territórios e os povos ribeirinhos, que travam árdua luta pela terra. Do outro, grileiros […]

Homem santo

Pedro Santinho não tem só o nome, mas a fama de santo. Conquistou isso pelo acerto com suas rezas, como um bom médico que faz diagnóstico e tratamento corretos. Uma delas é contra a dor de dente.  Santinho é agricultor, mas também tem gado miúdo. Certamente é o coração mais puro que já conheci.

Arte abandonada

É preciso se posicionar a alguns metros de distância para vê-lo por completo. Para senti-lo é necessário que se aproxime. Ao aumentar o seu campo de visão, o viajante vai observar em detalhe todas as histórias contadas em uma das três partes do painel, em forma de mural, finalizado em 1967 pelo artista plástico Lênio […]

O glorioso Humaitá

O ‘forte’ Humaitá, clube que lembra uma das passagens da Guerra do Paraguai e se destaca no São João de Barra (BA), foi fundado pela família Meira Lima, no bairro Nossa Senhora do Rosário, em 1896. Ele é mais novo quatro anos do que o Curuzu, a primeira agremiação da cidade.

Sabor de São João

Quando se fala em São João uma das primeiras coisas que vem à cabeça são as comidas típicas. Maria Rosa aprendeu a cozinhar aos 10 anos, com a ajuda da mãe. Junina de nascimento, começou a fazer comidas típicos para os festejos juninos quase 30 anos depois e transformou isso em uma fonte de renda.

A batalha mais longa de Barra

As relações entre as duas mais populares agremiações juninas da cidade de Barra (BA) variaram com o tempo, oscilando entre a troca de gentilezas, quando Humaitá e Curuzu desfilavam juntos e subiam no palanque um do outro, e disputas violentas. Hoje, há rivalidade, mas nem próximo do que aconteceu em 1959, segundo o ex-presidente e […]