Zé das baianas

Aos 60 anos de idade e quase 50 esculpindo peças no barro, o ceramista Taurino Silva, mais conhecido como Zé das Baianas, gosta de desafios. Convivendo com muitos artesãos em Maragogipinho, ele está procurando sempre criar coisas novas. Foi assim que nasceu sua peça mais famosa a “baiana com tabuleiro”, que hoje integra o acervo […]

O embelezador de Itapetinga

São Félix -BA deve se envaidecer por tê-lo como filho As mãos de um célebre! A bondade de uma criança! O amor e a beleza da arte! Agilidade e sabedoria para transformar o pó de cimento em obras admiráveis!       Autodefinição de São Félix escrita nas costas da imagem de São Francisco

Pedra encantada

Meteorito do Bendegó, a Pedra do Fim do Mundo Rosana Carvalho Paiva, a partir das histórias orais coletadas em Monte Santo, nas comunidadesde Acaru e São Pedro (*) Um vaqueiro encontrou a pedra no sertão do Bendegó. Estava atrás de um boi que desgarrou e fugiu. O vaqueiro foi atrás e lá estava ela em […]

Sertão quer a volta da pedra

O Meteorito do Bendegó, encontrado em 1784 no sertão baiano, tem em torno de si a mística de ser um talismã. Os sertanejos dizem que ele caiu do céu com uma pedra-irmã toda de ouro. Ambas eram encantadas. A primeira tinha como objetivo influenciar nas chuvas e na seca, além de proteger a região. A […]

Música sertaneja embala produção de leite

Os moradores da Comunidade Onça, em Manoel Vitorino, há tempos trocaram o gado de corte pela produção de leite. A justificativa econômica é que com a venda de carne não têm renda mensal fixa. Já quem opta pela produção leiteira e vende o litro a R$ 0,99 para a cooperativa sabe exatamente quanto ganhará.

As mandalas

Considerado o maior centro de artesanato em barro da América do Sul, o povoado de Maragogipinho, situado no município de Aratuípe, às margens do Rio Jaguaripe, no Recôncavo Baiano, tem sua atividade econômica voltada para a olaria com fabrico de peças tanto para fim decorativo quanto utilitário – as ruas do lugarejo são tomadas por […]

Brincando de curral de ossos

Lembro que quando era adolescente vi uma reportagem na televisão que mostrava crianças brincando com ossos de boi. A matéria tinha como objetivo mostrar aos cariocas e demais sulistas a miséria nordestina.

As barcas

A primeira coisa que me chamou a atenção ao chegar no porto de Xique-Xique, no Médio São Francisco baiano, foi a quantidade de barcos com nomes femininos. De barco a barca, diferença nenhuma, mas para Seu Antonio Florêncio o nome feminino combina mais.

A irmandade

Grupo de mulheres negras mantém há mais de dois séculos a tradição de venerar Nossa Senhora da Boa Morte, em Cachoeira, cidade do recôncavo baiano. O culto iniciado no século XIX por ex-escravas e filhas de escravizados foi disseminado pelos portugueses, sofrendo muitas influências das religiões afro-brasileiras.

Censo agro

Sempre gostei de geografia, talvez porque minha mãe seja licenciada na disciplina e eu tenha crescido abrindo seus mapas, que considerava gigantes (hoje nem tanto), aprendendo sobre as divisões políticas e geográficas do Brasil e dos continentes.