Destino traçado

O fatalismo, crença que considera que todos os acontecimentos produzidos de forma irrevogável, está presente na filosofia greco-romana, na cultura latina e na doutrina cristã da Divina Providência. Em todas elas, acredita-se que todos os acontecimentos ocorrem de acordo com o destino fixo e inexorável, traçado por um poder sobrenatural e não controlado pela vontade […]

Sangue ruim

Não foi parca a literatura consultada em busca do sentido referido por nossa Dona Zifa, 74 anos, sobre o sangue ruim que alguns viventes trazem e que determina destinação trágica e curiosa, afastando de si as águas do mar, promovendo sangramentos, determinando maus feitos.

Gigantes de pedra

Quando Florisvaldo Souza dos Santos, o Flori, se inscreveu na escola de artesanato da Companhia Baiana de Produção Mineral não sabia que ia criar uma dinastia de escultores de pedras que envolveria dois irmãos e cinco primos. Muito menos que seria referência para a produção de peças de 20 toneladas ou mais que se espalhariam […]

Cantos da roça

A agricultora e artesã Valerita Santana, a dona Lita, 80 anos, foi apresentada a nossos leitores na semana passada., quando nos passou um pouco de seu conhecimento sobre ervas e doenças que elas curam. Quando procuramos dona Lita, nosso objetivo era falar sobre seu trabalho de artesão – o que será feito em breve. No […]

Arte de pedra

O garimpo de esmeralda na Serra da Carnaíba, em Pindobaçu, a 42 km de Campo Formoso, na Bahia, começou em 1963, na cadeia de serras das Jacobinas. Na década de 1980, as pedras preciosas extraídas ali representavam toda produção de esmeralda produzidas no Brasil e 25% do total de exportação de gemas, com exceção do […]

Dona Dulcina

Se quisesse, poderia seguir carreira em Olinda, onde se formou professora, ou no Recife. Mas Dulcina Cruz Lima optou por voltar à vila do Rudela para, em 1933, comandar uma das primeiras escolas do lado baiano do médio São Francisco.

Os chás de dona Lita

Agricultora e artesã, Valerita Santana, dona Lita para os moradores de Rafael Jambeiro (BA), tem 80 anos. Ela teve 11 filhos, três morreram. O mais velho tem 64 anos. Também criou três filhos dos outros e costuma tirar bêbados da rua, levá-los para casa e curá-los, afastando-os da bebida com conselhos e afeto.

Cangaço vivo

 A MEMÓRIA SOCIAL DO CANGAÇO NO POVOADO DO MARACUJÁ, SERROLÂNDIA (BA) – 1930 KARINA DE SOUSA SILVA A todos os idosos e idosas que compartilharam suas preciosas memórias para realização deste trabalho, em especial à Vovó Geraldina, que sempre me contou as histórias do cangaço

Maracujá é fruta?

Meu nome é Karina de Sousa Silva. Sou graduada em História pela Universidade do Estado da Bahia. Atualmente estou me pós-graduando em Ensino de Sociologia no Ensino Médio pela Universidade Federal da Bahia. Trabalho como professora na rede privada na cidade de Capim Grosso (BA), onde moro atualmente.